InforCEF - jornal escolar do Centro de Estudos de Fátima -
nº 39, Dezembro de 2003
"E o mundo cresceu de repente"
Visita de Estudo a Lisboa – 7º Ano
No dia 26 de Novembro, saímos do Cef pelas 9.30 horas viajando num autocarro de dois andares com destino ao Parque das Nações. Quando chegámos a Lisboa, por volta das 11 horas, fomos direitinhos para o “Vasco da Gama”, onde pudemos fazer algumas compras. Os professores deram-nos alguma liberdade e deixaram-nos à vontade naquela multidão de lojas cheias de coisas giras para comprar, mas enfim, não se pode comprar tudo.
Logo de seguida, andámos um pouquinho e dirigimo-nos para o Pavilhão do Conhecimento, onde vimos e experimentámos variadíssimas coisas, experiências fantásticas: havia tantas que nem dá para identificar a mais “fixe”. Visitámos três salas: a Sala da Matemática, com bilhares estranhos, um carro com rodas triangulares, uma parede de números minúsculos, computadores e uma sala com o chão inclinado que parecia completamente plano quando olhávamos por uma janela; a Sala da Comunicação, com muitos computadores, amostras de satélites e engenhos sobre o som, entre outras coisas; e a Sala do Exploratório, onde encontrámos uma mesa feita com alfinetes, uma máquina que fazia desaparecer uma pessoa, uma máquina de ilusão, engenhos que simulavam furacões e tornados, um espelho que mostrava o infinito e muitas outras coisas. Nos cá ficamos a pensar como é que eles, os inventores daquelas experiências todas, foram buscar uma imaginação tão fértil, para poder criar tantas coisas, umas mais estranhas que outras!
Depois fomos almoçar. Nós já estávamos com fome até aos cabelos. E em seguida pudemos novamente invadir as lojas com a nossa curiosidade.
Passado algum tempo, fomos para o Oceanário, onde começámos por ser recebidos por um biólogo marinho, o Sr. Frederico, que nos mostrou como a Matemática é muito importante debaixo de água. De seguida fomos ter com os peixinhos e ficámos a conhecê-los melhor. Do que nós mais gostámos foi das lontras, o Eusébio e a Amália, e das mantas que mais pareciam “águias do mar”. Não gostámos tanto do peixe-lua, que era feio, parecia estar cheio de rugas, e era tão espalmado que mais parecia uma nave espacial. Também gostámos muito das medusas. Como elas são tão perfeitas! Gostámos também dos papagaios-do-mar, dos pinguins… Bem, de tudo! Saindo do Oceanário, tivemos ainda tempo para visitar a loja dos peluches, onde comprámos prendas para toda a gente.
Foi uma visita de estudo espectacular, fantástica!
Luísa Inês Roque e Pedro Brazeta, 7º