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Editorial
Desafios da Educação numa sociedade em mudança
Que "desafios" na mudança?
Dia Árabe
Primeiro Forum Estudante no Centro
Chuva de Estrelas

 

 

É comum lamentar

 

O homem deve conhecer o seu próprio ser e reconhecer aquilo que o eleva ou rebaixa 

 

É comum lamentar, nos nossos dias, o estado moral a que chegou a nossa sociedade. Procuram-se soluções para este estado lamentável, mas o que observamos é que, cada vez mais, se caminha para um descalabro total.

A razão principal parece ter a ver com a falta de adequação do ensino aos valores próprios de cada faceta da pessoa humana. Efectivamente, o ser humano desenvolve-se em três áreas ou mundos que se entrecruzam: o mundo espiritual do desenvolvimento interior, o mundo social das relações entre as pessoas e o mundo da natureza que a todos nos rodeia.

Destes três mundos, a educação espiritual, ou seja, a aquisição do conhecimento de si mesmo, é a base imprescindível, porque a aquisição das características espirituais e das virtudes é o apoio de tudo o que é positivo e de todo o desenvolvimento cognitivo, afectivo e da capacidade de decisão de todo o género humano. O homem deve conhecer o seu próprio ser e reconhecer aquilo que o eleva ou rebaixa.

Só adquirindo este saber que nos vem do conhecimento das virtudes apresentadas por Deus à humanidade, chegaremos a uma maior clareza e entendimento quanto à postura que devemos ter face ao mundo e à sociedade em que vivemos.

Depois desta experiência, saberemos melhor a razão por que devemos colaborar no progresso da nossa sociedade, por que devemos respeitar a natureza, por que temos de lutar pela moralização dos costumes.

O Cristianismo e a religiosidade, em geral, constituem um poderoso instrumento para melhorar o mundo. A moral cristã é um convite à reforma interior e, forram sempre aqueles que procuraram este perfeccionismo interior, mesmo renunciando directamente a transformar o mundo, os que conseguiram exercer a sua influência mais positiva e duradoira.

Impedir ou dificultar a difusão social dos princípios cristãos, privilegiando outros extravagantes ou até infames, é privar-nos da grande esperança de salvação e da grande riqueza que representam os princípios que nos permitem a recuperação da excelência e da dignidade das pessoas.

O Cristianismo constitui a raiz dos principais valores que sustentam a nossa civilização, portanto é aí que nós encontraremos a solução para a crise de identidade que a nossa sociedade atravessa.

Sendo assim, e como o ideal dos nossos desejos é conseguir a felicidade, a paz, a harmonia, o amor, então só nos resta implementar os valores que nos permitam as condições de os alcançar. Queremos uma sociedade em quem possa-mos confiar, onde se possa viver com mais harmonia, ruas onde se possa passear tranquilamente, acabar com as diferenças sociais, culturais e económicas.

Ora isto exige que nós “resgatemos os valores”. Todos têm dentro de si, autênticos valores que é preciso trazer à tona: cooperação, paz, respeito, amor, felicidade, liberdade, honestidade, tolerância, responsabilidade, simplicidade, unidade.

Para que isso possa acontecer, pais, professores e educadores, unamos esforços para que os nossos jovens possam descobrir e viver esses valores que dão o sentido certo e seguro da vida. A nossa educação cristã é alicerçada na crença de que toda a existência é marcada por uma dimensão transcendental, DEUS.

Rodrigo dos Santos Carvalho

 

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Desafios da Educação

numa Sociedade em Mudança

 

O Prof. Augusto Santos Silva, ao fim da palestra proferida no auditório do CEF no dia 21 de Janeiro

 

O primeiro encontro, a 21 de Janeiro de 2004, com a participação de (da esquerda para a direita): Prof. José Poças, Pe. Rodrigo de Carvalho, Prof. Augusto Santos Silva, Prof. António Frazão e Fernando Ferreira (Psicólogos) e Prof.ª Teresa Verdasca

Os professores e as escolas, face à Reforma Educativa, estão colocados perante o desafio de adquirir novos instrumentos de trabalho, de renovar as práticas docentes que, tendo em conta os saberes adquiridos, permitam uma melhor gestão do currículo nacional, adaptando-o às escolas, através dos projectos de turma e de escola.

Neste sentido, surge a necessidade de muitos professores terem apoio para planificar, realizar e avaliar a acção educativa de modo mais global, mais integral e mais flexível, privilegiando competências transversais face à heterogeneidade social, económica e cultural dos alunos. Mas, o ciclo educativo não se completa sem a participação activa dos pais. Daqui resulta a necessidade de envolver os pais/encarregados de educação nesta tarefa, partilhando com eles conhecimentos e saberes e convidando-os a trabalhar.

Com estes objectivos, os professores em profissionalização resolveram propor aos professores do CEF um conjunto de acções, divididas por módulos. A primeira, subordinada ao tema Reforma Educativa - uma visão global, no dia 11 de Janeiro, contou com a presença do Dr. Augusto Santos Silva (ex-Ministro da Educação e deputado). Depois, a 11 de Fevereiro, convidámos os pais para discutir o papel do encarregados de educação no processo aprendizagem, num encontro dinamizado pelo Dr. Albino Almeida, presidem-te da CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais). A 10 de Março, teve lugar o módulo Projecto curricular de turma, dinamizado pela Dr.ª Lúcia Gomes, contando com o apoio das Edições ASA. Para terminar o ciclo, decorreu no dia 25 de Março o último módulo, intitulado Gestão Flexível do Currículo, com a participação da Dra. Graciete Brito.

Prof. Cristina Carvalho

 

 

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Que Desafios na mudança?

por Cília Seixo

 Nos últimos anos a palavra “mudança” tem preenchido muitos dos cartazes alusivos a congressos, seminários, palestras e outros eventos do género. É a educação em mudança, a sociedade em mudança, Portugal em mudança! Efectivamente, as transformações que têm ocorrido têm sido tão vastas e tão profundas que todos se preocupam com o que aí vem, com o que vai deixando de ser e se vai transformando noutra coisa qualquer, não sabemos bem em quê; preocupamo-nos com o futuro e queremos a todo custo estar preparados para o que vier, para não sermos surpreendidos!

No entanto, a reflexão sobre a “os desafios da mudança” parece sempre aborrecida, ou porque estamos cansados de nos relembrarem sistematicamente uma “mudança” que já parece um “estado” e principalmente porque nos gera um sentimento de desorientação, de instabilidade, de desconforto, que nos deixa ansiosos e pouco à vontade, ou ainda porque partilha-mos a intuição pessimista de mudar para pior.

Isto verifica-se principalmente quando se fala de mudança em Educação e Escola. A mudança é um facto incontestável; basta olhar à nossa volta! No entanto, o que é evidente é a desorientação de todos os agentes educativos e da comunidade em geral. A dúvida, o conflito, o não saber o que/como fazer instalaram-se nos pais, nos professores, nos alunos, na Escola e na própria Sociedade. Os pais estão divididos entre a necessidade de trabalhar cada vez mais horas, garantir o sucesso profissional e social, e a culpa de não terem tempo para os filhos, de os deixarem horas a fio fora do seu alcance; os professores, divididos entre a necessidade de cativar os alunos, proporcionar-lhes uma aprendizagem lúdica, agradável, sem traumas, sem muitos TPC’s e a culpa de não obterem as aprendizagens e os resultados que justificariam o bom desempenho do seu papel; os alunos, que afinal são a parte mais frágil do sistema, porque são aqueles que menos poder possuem para condicionar ou controlar as variáveis deste processo, chegam ao final da escolaridade obrigatória sem gostar de ler, sem gostar de estudar, mas com expectativas elevadas em relação ao futuro que passa obrigatoriamente por ter sucesso, ou seja, boas notas que permitam a entrada no ensino superior!

Na realidade, todos estamos em mudança, em estado de metamorfose, com a desvantagem de ninguém saber se se vai ou não transformar em borboleta! E esta dúvida instalada relativamente ao que é “certo” e “errado” em educação, conduz àquilo que alguns têm denominado de “infantilização” da família, da escola.

A família, pelo sentimento de não cumprimento da missão a que se destina, cede à pressão das crianças, dá, mas sente-se incapaz de responsabilizar, porque não se sente com poder para exigir aquilo que sabe que não está a cumprir (a função socializadora que lhe competia); a escola tem que “aguentar” os meninos horas a fio, tem que formar, mas sem exigir muito esforço, facilitar as aprendizagens, sem criar problemas ou conflitos que possam gerar comportamentos “politicamente” incorrectos; por isso, acaba por não lhes proporcionar desafios, situações de esforço, necessários a que haja progresso e desenvolvimento. Os manuais e a linguagem dos “papás” e dos “piu-pius”, infantilizada ao extremo, são, aliás, um bom exemplo disso.

Este processo de desorientação crescente daqueles que deveriam estar absolutamente seguros da importância da sua função, a par desta tendência de infantilização crescente, afasta-nos por completo, principalmente a nós, professores, do modelo de aluno ideal, que desejaríamos ter nas nossas salas de aula: alunos participativos, empenhados, críticos, com capacidade de dominar conhecimentos, tecnologias, informação e aplicá-los positivamente na pratica quotidiana. Em vez disso, queixamo-nos de alunos incapazes de fixar a atenção por um período superior a cinco minutos em qualquer actividade, de ler um texto informativo e de descodificar uma mensagem, incapacitados de fazerem qualquer cálculo mental que ultrapasse a soma de dois algarismos ou uma simples dedução.

O desafio está aí: e consiste em deixarmos de lado o pessimismo, a indiferença, ou o “antes é que era bom”, para encontrarmos formas de mudar o que está ao nosso alcance, em casa ou na escola!

Não é a retenção que nos deve aparecer como saída ou alternativa. As reflexões que qualquer mente brilhante possa fazer, as teorias ou os estudos que se desenvolvem nas universidades podem ser interessantes porque, quando não são repetidas até à exaustão, até nos aborrecerem, podem dar-nos pistas, funcionar como uma lufada de ar fresco, mas isso não basta para resolver ou transformar coisa alguma.

Só a tomada de consciência individual, a plena consciencialização do problema, o envolvimento efectivo de cada um de nós nesse processo pode operar transformações positivas e responder à tal questão do “desafio na mudança”. Quando cada um de nós, como pai/mãe, professor/a, decidir efectivamente intervir, interessar-se, tomar decisões segundo critérios fundamentais, deixar de deambular entre pontos de vista e acreditar que vale a pena o esforço, aí, sim, as coisas mudam!

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 Recriação de um “Dia Árabe”

Projecto interdisciplinar em parceria com entidades da região

“Dia Árabe”

Um astrolábio muçulmano do séc. XIV

 No próximo dia 22 de Abril, entre as 15.00 e as 21.00 horas, junto ao Mercado de Fátima, será criado um espaço com funções culturais, religiosas, científicas, comerciais e gastronómicas representativas da cultura árabe.

Além da presença de representantes da Delegação Oficial de Turismo de Marrocos e de artesãos árabes, decorrerão pontualmente espectáculos de dança, música e passagem de modelos inspirados nas “Mil e Uma Noites”.

Esta é uma actividade organizada pelos professores do Departamento de Humanidades (História, História de Arte e Filosofia) e contará com a colaboração dos professores do Departamento de Artes.

Nesta iniciativa, estarão envolvidos alunos desde o 7º ao 11º ano e do Clube de História que dinamizarão a Feira, expondo trabalhos expressamente realizados para o evento, divulgando os principais contributos da civilização muçulmana para a civilização europeia no âmbito da língua, economia, ciência e tecnologia, arte, urbanismo, cultura e gastronomia. Irão dar a conhecer marcas da presença muçulmana no território nacional e local. Procurarão fomentar o espírito de tolerância, solidariedade, cooperação e respeito pela diversidade cultural.

Para além do interesse manifestado pelo Santuário de Fátima e da Câmara Municipal de Ourém, contamos com o apoio da Junta de Freguesia de Fátima, da Delegação Oficial de Turismo de Marrocos em Portugal, do Núcleo de Astronomia de Ourém e de alguns comerciantes locais.

Convidamos, desde já, toda a comunidade escolar e local a beber o tradicional chá de hortelã, acompanhado de bolinhos de tâmaras, ao som do famoso Grupo de Percussão do CEF.

Não perca esta oca-sião - outra não se repetirá tão cedo. Aprovei-te para comprar um tapete oriental, um pauzinho de cheiro, produtos afrodisíacos..., observe os astros através do telescópio e deixe-se encantar com a atmosfera de sonho dos palácios e mesquitas.

Este é um convite das Mil e Uma Noites!

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 Léxico. . .

Califa significa “sucessor”, “tenente” do Profeta à cabeça do estado muçulmano
Charia é a lei islâmica directamente inspirada no Corão, a única lei civil e penal ple-namente reconhecida historicamente pelo Islão sunita maioritário
O Corão é a palavra inalterada de Deus revelada por intermédio do profeta Maomé. Está dividido em 114 capítulos (suratas).
Hadith é um conjunto de “ditos” do Profeta e dos seus companheiros que forma o essencial da tradição (sunna)
Hégira, ou “exílio” do profeta em medina (622), dá origem ao calendário muçulmano...
O termo Islão significa “conversão” ou “rendição” e pagamento de um tributo. A primeira expansão árabe visou mais submeter do que converter...

 

1º Forum Estudante do Centro

 

Com o intuito de motivar, informar e sensibilizar os alunos do Ensino Secundário que pretendem ingressar no Ensino Superior, o Centro de Estudos de Fátima (Gabinete de Psicologia e orientação), em parceria com a Câmara Municipal de Ourém, organizam nos dias 29 e 30 de Abril o 1º Forum Estudante do Centro. A iniciativa decorrerá das 10.00 às 17.00 horas, no Centro de Negócios de Ourém, pretendendo-se com ela permitir que muitas Escolas Secundárias da Região Centro de Portugal dêem conta da sua oferta formativa, num stand nos pavihões, bem como façam uma apresentação mais restrita com suporte informático nos diferentes espaços deste Centro. O Forum prevê momentos lúdicos e de animação, havendo condições nomeadamente para a exibição de tunas e grupos corais num dos palcos do Centro.

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Chuva de ESTRELAS

Todos de parabéns

 

Intérpretes das canções e os vencedores (em relevo)

Laura Marques (6º F): J'attends l'amour

Margarida, Mariana (5º E) Ana Rita Meneses (6º D):

Já sei namorar

Adriana, Mariana Beliz e Joana Patrícia (6º D): Passe em casa

Patrícia, Pauline, Ana Rita Durão e Marline (8º D):

Amanhã de manhã

Mariana, Joana, Cristiana, Tânia e Andreia (8º F):

Azul do Céu

Dianas e o José Reis: Ele e ela (“Sei quem ele é”)

Maria João, Alícia, Inês (9ºA), Luísa e Mariana (7ºB): Só tu sabes  

Isa, Juliana, Mariana, Lígia e Joana (7º A):

Rome was not built in a day

Cláudia Marques (11º C): White Flag

Carolina, 11ºI e Carla Duarte (11º H):

Povo que lavas no rio

Hélia, Teresa, Rita, Mário (11ºH) e Samuel (10ºA): Sozinho (Caetano Veloso)

Amélie Carreira (12º I): Brincando com o fogo
Um grupo de Percussão que se fez notar! Os três grupos vencedores

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Sexta-feira, 12 de Abril, auditório do CEF. Som, harmonia, luzes, multimédia, clima de expectativa familiar, crianças, um auditório a rebentar pelas costuras, desafiando regras de segurança. Um belíssimo espectáculo está para começar.

Acolhimento caloroso e acompanhamento… de iguarias culinárias - um “mimo” que o Coro de Professores do CEF organizou e aliou à venda dos bilhetes, com uma finalidade específica: a aquisição de equipamentos (um sintetizador) necessários para um ainda melhor funcionamento das actividades musicais da escola - a adesão generosa dos participantes a esta iniciativa traduziu-se num valor um pouco superior a mil euros, que aqui se regista e agradece!

Esmero e criatividade na organização e arranjo do espaço de parabéns estão também as “outras” Artes (plásticas), pois a música era, neste caso, a primeira! - Começa o espectáculo, pontual. Em pano (ecrã) de fundo, o suporte audiovisual, um autêntico “filme” (Spielberg não teria feito melhor!) misturando oportunamente informação e ironia, trazendo à cena (palco) aquilo e aqueles que não teriam presença física ou momentos de exibição no palco: os técnicos, a claque dos “artistas” que ambicionavam, uma semana depois, representar o CEF no Festival Inter-escolas, no Centro Paulo VI (dele falaremos no próximo número deste jornal). O outro objectivo da manifestação (já referimos dois) era precisamente dar a conhecer as actividades musicais realizadas na Escola. Um júri… “internacional” (não chegou a tanto, mas foi mais que interdisciplinar na sua composição, englobando, entre outros elementos de fora do Cef, Maribel, Prof.ª de Música no CSCM), teve a tarefa mais ingrata: decidir os vencedores…

Para o cronista, como sublinharia também o presidente do júri no final do espectáculo, todos os participantes saíram vencedores, embora apenas três grupos das estrelas que cintilaram neste pequeno auditório pudessem voltar a “brilhar”, uma semana depois, no “firmamento” maior de Fátima, o Centro Paulo VI. Estas imagens falam por si. E para quê mais palavras? Só mais "uma": os apresentadores Alexandra e Joel (9º A) foram indispensáveis e sublimes no encandeamento dos elos da manifestação.

Parabéns, então, a todos: ao Coro dos Professores que, apesar de ainda bebé, a todos surpreendeu e encantou, executando duas peças do folclore brasileiro. E, last but not least, ao Grupo de Percussão do CEF (tambores), cuja actividade, não estando enquadrada em nenhum horário escolar, é fruto de uma grande paixão e dedicação, e por isso mesmo mais valiosa, dos seus numerosos criadores de ritmo, mas sobretudo do seu fundador e animador, Jorge Gonçalves que, com a Mónica Ferreira, foi também o máximo artífice deste memorável moimento da vida da escola.

 

Intervieram também no espectáculo Filipe Gonçalves e a Alexandra, ex-alunos do CEF e antigos vencedores de anteriores edições do Inter-escolas e convidados para o júri.

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Um auditório (demasiado) cheio! O Presidente do Júri, Prof. Lopes, encerra o espectáculo com palavras de louvor e agradecimento para todos O Grande Coro do CEF abre o espectáculo

O Coro dos Professores e (em baixo) o Grupo de Percussão do CEF

 

 

 

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