Memória
Immanuel Kant (1724-1804)
Kant, por G. Doeppler (miniatura de 1791).
Arrancaram, a 12 de Fevereiro, as celebrações do bicentenário da morte do impressionante filósofo Immanuel Kant. Digo impressionante para não dizer deslumbrante, coisa que ele certamente não apreciaria. Este pálido magricela de 1,57 de altura era portador de um génio nada inferior ao “daimon” de Sócrates e igualmente modesto. Baste a sua simples, mas célebre frase que nos interpela a partir do seu frio sarcófago na catedral de Kalininegrado (antiga Konigsberg, no Báltico): “Duas coisas preenchem o espírito de uma admiração e de uma veneração crescentes e renovadas, à medida que a reflexão nelas incide: o céu estrelado sobre mim e a lei moral em mim” .
Porque sempre me inspira, mas também porque passo tantas noites com os meus alunos do Ensino Recorrente a mastigar e a saborear as sábias palavras que deixou esculpidas na sua Fundamentação da Metafísica dos Costumes, sinto-me obrigado, por imperativo categórico, a render-lhe homenagem. É que Immanuel Kant é homem para os nossos dias tecnicamente avançados, mas também altamente desnorteados em assuntos fundamentais. O jornal Público não hesitou em lhe chamar “O Filósofo dos Direitos Humanos” num artigo comemorativo que veio à luz a 12 de Fevereiro. Mas até é mais.
Nasceu em Konisberg a 22 de Abril de 1724, na Prússia oriental, o quinto de oito irmãos, num ambiente familiar profundamente cristão, remediado, e num ambiente político absolutista. Estudou no Collegium Fredericianum onde, embora se não ensinassem ciências da natureza ou história, se aguçavam as mentes com o estudo do grego e do hebraico: trocou o nome de Emanuel para Immanuel para voltar ao original hebraico do “Deus connosco” (jamais te perdoará que lhe chames Manel Kant!). Ingressando no Ensino Superior, estudou física, ciências naturais, matemática e filosofia. Foi explicador; doutorou-se em 1755; e foi professor privado (pago pelos alunos) de ciências, matemática, lógica, metafísica, direito, antropologia e geografia. A seguir foi professor titular de lógica e metafísica; foi reitor da universidade local em 1786 pela primeira vez; e mesmo assim, conseguiu publicar pela segunda vez a sua monumental Crítica da Razão Pura (sobre a origem e o valor do conhecimento) e, pela primeira vez (1788) a Crítica da Razão Prática (sobre a moral) e, em 1790, a Crítica do Juízo (sobre a estética). Em 1793 publicou A Religião nos Limites da Simples Razão; em 1795 mandou à luz A Doutrina do Direito; A Doutrina da Virtude; e o Ensaio Filosófico sobre a Paz Perpétua. Também escreveu cientificamente sobre o terramoto de Lisboa, num momento em que os mais simplistas atribuíam o desastre a castigo de Deus. Durante as celebrações virá à luz, em Portugal, a tradução duma sua obra intitulada O Único Argumento Possível para uma Demonstração da Existência de Deus”. Confesso que já me traz vidrado!
É impossível resumir
aqui a enciclopédia filosófica que ele foi. Baste, para apreciar em parte o seu
valor, registar o princípio fundamental da metafísica dos costumes ou do agir, o
famoso imperativo categórico: “Age
apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne
lei universal”;
ou “Age
como se a máxima da tua acção se devesse tornar, pela tua vontade, em lei
universal da natureza”,
ou ainda “Age
de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de
qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca como meio”.
Ou seja, o teste da tua bondade (e do teu egoísmo) é a universalização do que
fazes. Em palavras mais pobres: se todos agissem como tu, como te sentirias? E a
humanidade? Lá vai o “achismo” borda fora - o que seria bom para os tempos que
correm.
Viva Kant!
Prof. Armando Silva
“Kant e os seus convivas” - quadro de Emil Doerstling (1900). In “Público”, 13.02.2004
v a r i aJá não tenho medo de nada A mais dura das guerras é a guerra contra si mesmo. É preciso chegar a desarmar-se.
Lutei nesta guerra durante anos. Foi terrível. Mas hoje estou desarmado. Já não tenho medo de nada porque o amor lança fora o temor.
Estou desarmado da vontade de ter razão, de me justificar desqualificando os outros. Já não estou em guarda, à defensiva, ciumentamente crispado sobre as minhas riquezas. Acolho e partilho.
Não estou apegado particularmente às minhas ideias, aos meus projectos. Se alguém me apresenta ideias melhores, aliás, não só melhores mas simplesmente boas, aceito-as sem mágoa. Renunciei ao comparativo. Aquilo que é bom, verdadeiro, real é sempre o melhor para mim. Por isso eu não tenho medo. Quando não se tem nada, não se tem medo.
Se estamos desarmados, despojados, abertos ao Deus-Homem, que faz novas todas as coisas, Ele apaga o passado ruim e traz-nos um tempo novo onde tudo é possível. Patriarca Atenágoaras I
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Marina
camponês
Só a vislumbra quem a sonha e só a sonha quem olha longe e só olha longe quem a
procura e só a procura quem é capaz de renunciar à mediocridade.
Daí, ela ser tão difícil de
alcançar... mas o gozo que dá faz parte do indizível, faz parte da luz e da
alma. Os que não conseguimos sequer imaginá-la devíamos pelo menos prestar-lhe
homenagem, de vez em quando... à excelência! Claro...
Serena, elegante e suave aproximou-se da flauta e sussurrou-lhe ao ouvido uma mensagem de encantamento e a flauta, em resposta, começou a produzir beleza através de sons. Sons ora suaves... suavíssimos... ora violentos e agitados. E assim num duelo perfeito entre instrumento e instrumentista, a flauta deixava-se dedilhar ora com ternura e suavidade ora com força e energia... e respondia conforme os estímulos dos dedos brancos. E ambas: flauta e flautista íam lendo, depressa ou devagar, a pauta negra de muitas linhas e notas... notas que contêm o condão de só se deixarem ler pelos iniciados, pois para o comum dos mortais elas mais não são do que manchas no papel branco como arabescos espalhados por linhas muito juntinhas. Mas chega a flauta e a flautista e as notas deixam-se ler, oferecem-se mesmo, pois é essa a sua expectativa desde que o compositor as alinhou. Chegou também o piano e o cravo que ajudaram a flauta no seu encantamento para que ela se não cansasse tanto. E as notas íam saltando para a plateia, já não em tinta negra, mas em sons que andavam à procura, de uma maneira desenfreada, de quem os acolha com carinho e emoção.
É assim a música, a maneira mais espantosa de alguém nos dar notícias de Deus. Nem sempre estamos muito ligados nelas... distraímo-nos e olhamos mais para as outras... as das televisões e dos barulhos... mas o que fazer? Somos assim mesmo!
*****
Foi num sábado pela tarde, o céu mostrava cara de poucos amigos. Em vez da luz e das cores de Inverno, o céu mostrava-nos um cinzento escuro que apelava mais à depressão do que à euforia e à festa ou mesmo às coisas da alma. A Marina Camponês/12ºF deu um recital de flauta transversal na Sala Polivalente da Escola de Música do Orfeão de Leiria. Éramos poucos os presentes, mas o que importa...
Na primeira parte do recital a Marina interpretou obras de J.S. Bach, Karg-Elert, W.A. Mozart e A. Vivaldi. Na segunda brindou-nos com A. Piazzola e P. Hindemith. Foi acompanhada ao piano por Roberto Madale-na e ao cravo por Daniel Bernardes.
Só a vislumbra quem a sonha e só a sonha quem olha longe
e só olha longe quem a procura e só a procura quem é capaz de renunciar à mediocridade. Daí, ela ser tão difícil de alcançar... mas o gozo que dá faz parte do indizível, faz parte da luz e da alma. Os que não conseguimos sequer imaginá-la, devíamos pelo menos prestar-lhe home-nagem, de vez em quando... à excelência! Claro...
j.j-a

Luciano da Ponta
Esquecida
Nasceu e logo começou a saltar, por entre Vales e Barreiras, na «Ponta Esquecida», entre Batalha e Leiria.
Foi em Barreiras que iniciou os seus estudos, vindo depois a ser “disciplinado” no São Miguel, onde frequentou o 2º ciclo. Por motivos alheios à sua vontade fez um interregno de dez anos na sua formação escolar. Nunca ninguém lhe perguntou nada, nem o que queria da vida, a não ser a sua mãe…No ambiente em que vivia não havia motivação para estudar, apenas para trabalhar. Como pobre foi a única alternativa que teve, mas ao ver os colegas continuarem sentiu-se injustiçado e pensou: «Talvez um dia ainda possa regressar…».
Os anos passaram. Foi, então, que aos 22 anos e pelos seus próprios meios realizou o seu sonho. Veio ao Cef, que na altura facultava o transporte aos alunos, matricular-se no Ensino Recorrente. Trabalhando de dia e estudando à noite, só lhe restava um pouco de paródia proporcionada pelo “tão falador” Fernando Trezentos, que contava anedotas e histórias quando levava os alunos a casa. Como o Luciano era o último a sair, pois ficava na “ponta esquecida” atrás do sol-posto, era o que mais gozava. Com todas estas boas condições, revelou-se um bom e assíduo aluno, recebendo como prémio o pagamento dos guias do ano seguinte.
Mais tarde, acabou por se ingressar no Cef, como motorista, de dia trabalhando e à noite estudando, revelou-se um grande “marrão” dos livros. Assim, terminou o Ensino Secundário e deparou-se com o dilema de entrar para a Universidade ou só continuar a trabalhar. O ensino sempre o fascinou, no entanto, optou por Comunicação Social e Educação Multimédia.
Como lutador, alegre e brincalhão, sempre a mesma pessoa, aceitou o desafio e lá vai lutando, pois a vida é isso mesmo …
Valoriza imenso os conceitos de família e amizade, gosta de música, o pop-rock, clássica, melodias e baladas. Talvez por isso adore dançar. Na sua opinião, é essencial para o bem-estar a prática de um desporto. É um bom garfo, não fosse ele português… como fruta, adora o ananás.
Segundo a opinião de amigos e colegas, é sociável, falador, lutador, empreendedor, bom companheiro e amigo. Luciano só lhe resta continuar a saltar “barreiras”, olhando sempre em frente.
Natércia Taxa
Preciso de Ti
Vivemos dia a dia com elas, mas muitas vezes não conseguimos transpor a barreira do silêncio e a distância a que por vezes o respeito as obriga. São exímias em esconder sentimentos, a sofrer em silêncio, são simplesmente crianças. E hoje, por força das circunstâncias, temos que estar atentos ao que elas muitas vezes não conseguem dizer: Preciso de Ti. É o título do livro escrito por Pedro Strecht, que nos ajuda a ver de outra forma os nossos alunos. Em Preciso de Ti, Pedro Strecht como por nos dizer: A vida nem sempre é justa. As crianças não nascem iguais em direitos. Mas não podemos desistir de contrariar uma certa ordem das coisas, bater à porta do coração e perguntar sem medo: pode-se entrar? Indignarmo-nos sempre que for preciso. Lutar.
O mundo que queria aqui era não só a alegria da vida, ou a sorte de ter pais; o mundo que queria aqui era a mudança de alguns solos, as cores inflamadas das bocas sem voz, dos olhos sem vista. Letras de mãos dadas a escreverem destinos de mais harmonia. Preciso de ti. (…)
(…) Este é um livro feito de histórias de muitos que viveram perdidos o tempo da infância.
Nunca crianças, ainda crianças, dir-se-ia. Por isso, transporta dor, desamparo, perda, confusão, escuro, revolta. Mas, nas mesmas linhas, existe simplicidade,
humildade, grandeza, coragem, lições de vida que todas estas vidas ensinam. O lado em nós
tocado para que ninguém continue indiferente. (…) Preciso de Ti, vale a pena e pelas mesmas razões voltamos a falar de Amparo.
Prof. Cristina Carvalho
Rotinas II
“Vá lá meninos! Despachem-se, que eu quero fechar a porta”. Sempre a mesma coisa. Porque não entendem que eu não quero sair da sala? Por que não entendem que é aqui que eu me sinto bem? Podia aqui ficar sozinha, com o quadro todo só para mim, a desenhar montes e nuvens (como eu adoro desenhar nuvens!). “Amparo, estás surda? Vamos lá a despachar!”. Mais uma vez, sou obrigada a ir para um intervalo que não pedi e do qual tento sempre escapar.
Caminho sozinha e encosto-me à parede. Por que será que ninguém repara que ando sempre encostada à parede? Por que será que nem esta minha atitude consegue despertar a curiosidade daqueles que a deveriam entender? Se me perguntassem a razão por que faço isto, talvez tivesse a coragem de explicar que as paredes me protegem. Que o frio que elas deixam nas minhas costas chega-me ao coração e que, assim, consigo não sentir muitas coisas (Só não consigo deixar de sentir a mão calejada do meu pai). Se me perguntassem, talvez tivesse coragem para contar tudo. Olho para a Marta que, rodeada de amigas, vem do bar com um croissant na mão. (Hoje só havia pão duro em minha casa). A Marta é bonita, veste roupa de marca e até já foi à EuroDisney. Por isso anda sempre rodeada de amigos. Será que também é por isso que foi eleita delegada de turma?
Ainda bem que tocou para a entrada. (Adoro este toque). Largo o meu muro de protecção, subo as escadas a correr e entro na sala. “Bom dia, a Marta está a faltar?” Será que se a Marta faltasse não tínhamos aula? (Apetecia-me tanto fazer esta pergunta!) O tempo passa cheio de análises sintácticas, tempos verbais, graus de adjectivos... (Por que não lemos, antes, textos?) Amparo, nem o sujeito consegues identificar nesta frase? Assim, vais longe, ai vais, vais”...
Fixo os olhos na gravura da página. De sujeitos, nada sei; os complementos não me interessam;
de adjectivos, apenas conheço alguns, e esses nem quero lembrar. Mas, quanto aos verbos, o imperativo domina a minha vida: lava. Limpa. Arruma. Cala-te. Não me chateies. Desaparece. (Bolas! Dizem que a inveja é pecado, mas eu sinto tanta inveja da Marta...).
Novamente, o toque de saída, mas, desta vez, sou a primeira a sair da sala e corro para a cantina. Tenho tanta fome que como tudo o que o tabuleiro consegue levar. O grupinho da Marta desdenha, como sempre, da comida. Amparo, queres também a minha sopa? Finjo que não sinto a humilhação, levanto-me e arrumo o tabuleiro. (Marta, queres ir passar uns dias a minha casa e saber o que é ir para a cama quase sem jantar?).
Atravesso o recreio a correr e enfio-me na biblioteca. Adoro este espaço. O colorido das mesas, o calor do ambiente, os livros, os computadores.... Entro e mergulho num mundo que é só meu.
(Até que enfim que existe um lugar que a Marta não conhece). Amparo
Quando um teste (Física) aperta, quando a Biblioteca está fechada, ou barulhenta,
ou ocupada (para uma acção de formação - como em 20 de Janeiro), um aluno (dois
alunos) não desiste e... instala-se na “soleira da porta”, olhos cravados na
substância... do saber! Na foto, Marcelo Gil e Telmo Velez (12º E, Curso
Tecnológico de Informática), testemunham essa teimosia do cumprimento de
rotinas... com bom humor! Parabéns!
Direitos Humanos
Colégio do S. C. de Maria
No dia 24 de Janeiro de 2004, duas professoras do Centro de Estudos de Fátima (Ana Aleixo e Anabela Silva), membros da Amnistia Internacional, vieram à nossa escola falar-nos sobre o seu trabalho nessa instituição e apresentar exemplos de injustiças cometidas pelo mundo fora em relação aos direitos humanos.
Eu achei a acção muito interessante, pois falaram-nos de dois casos em que mulheres tinham sido condenadas à morte por apedrejamento e de como elas e muitas outras pessoas, por unirem esforços, puderam salvá-las desse cruel destino, enviando cartas para o governo dos respectivos países.
Tocou-me muito também o caso de um rapaz de 9 anos que tinha sido acusado de roubar um telemóvel e que foi torturado de modo a obrigá-lo a confessar onde o tinha escondido. O rapaz era inocente e a família encontrava-se ameaçada, caso denunciasse semelhante aberração.
Gostei muito e acho que temos a ganhar se o Colégio repetisse a iniciativa, abordando este e outros temas. Ana Luísa Catarino, 9º E
A
enfermaria do CEF, em estado ainda embrional, acolhe diariamente muitas
vítimas de...
enxaquecas,
ferimentos diversos,
desmaios
e
dores de estômago
(malditos testes!)...
Comissão de Finalistas do CEF 2003/2004
Baile de Gala
Quem são eles afinal?
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I - Ela Idade na foto (ao fundo da página) 6 meses Idade actual a melhor que já tive Local de trabalho o CEF, claro! Preferências Desporto nunca foi o meu forte… Clube de simpatia o Benfica, mas sem grandes entusiasmos. Destino de férias variável, mas com uma preferência: a praia. Cor depende do estado de espírito; mas as cores da natureza encantam-me! Bebida água, um bom vinho tinto, ou uma caipirinha, depende do ambiente, do estado de espírito e dos amigos Música muita e sempre, principalmente no fim de um dia de trabalho! Livro o mais recente “O Equador”; outros, inesquecíveis: “O perfume”, “Cisnes selvagens”, “O Deus das pequenas coisas”. Prato Comida tradicional portuguesa, toda, principalmente no Inverno. Filme inesquecível “As Horas”; “O pianista” inesquecíveis e recentes. Programa de Televisão Documentários e reportagens da Sic Notícias ao fim de semana.
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II - Ele Idade da foto: 1 ano e 8 meses, vestido à nazareno. Idade actual Mais de 2 anos e menos de 90. Local de trabalho: CEF. Desporto: Futebol, Hóquei em patins e Andebol (bom guarda-redes…) Destino de Férias: Praia e campo. Cor: Azul. Clube de Futebol: Cá vamos carregando a Cruz … Pobrezinhos, mas honestos. Bebidas: Café (para acordar) e Jameson (para relax ar). Música: Os 3 mais: Pink Floyd e Guns and Roses (estrangeira) e Jorge Palma (nacional). Livro: O lobo das estepes, de Herman Hesse (estrangeiro) e Fogo na noite escura, de Fernando Namora (nacional); Poesia: Antologia poética, de Vinicius de Morais (estrangeiro) e Poesias de Álvaro de Campos, de Fernando Pessoa (nacional); Teatro: À espera de Godot, de Samuel Beckett (estrangeiro) e Esta é a ditosa pátria minha amada, de Jacinto Ramos e Luz Franco (nacional). Prato: Cozido à portuguesa. Filme inesquecível: O Rei Pescador, di-rigido por Terry Gilliam, com os actores Robin Williams e Jeff Bridges. Programa de televisão: Telejornal e Documentários.
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III - Ele Idade na foto: 9 meses. Idade actual: muito boa idade para trabalhar e muito longe de me reformar. Local trabalho: CEF Desporto: Futebol, ténis, entre outros Clube: Benfica (mais por influência paterna, mas cada vez menos convicto). Destino de Férias: Nenhum em especial, desde que não sejam muito monótonos, todos os destinos podem ser bons. Cor: depende, para vestir castanho. Bebida: Vinho tinto, desde que tenha passado pela madeira. Música: Variada: Pop rock, brasileira (Vi-nicius, Jobin, (Gil, Chico e alguns dos novos cantores), alguma portuguesa (Abru-nhosa, Trovante, Sérgio Godinho...) Livro: Impossível de dizer, entre muitos arrisco “O Perfixme” (Patrick Süsskind) e Os Meteoros de M. Tournier. Filme: Talvez “Cinema Paraíso” dentro do género entretenimento, gosto de quase todos os filmes com efeitos especiais, com destaque para “Dune”. Prato: Desde que não tenha favas, gosto de praticamente tudo. Mas cabrito assado no forno ocupa lugar no pódio. Programa de TV: uma ou outra série que nunca me lembro de acompanhar (Os Sopranos é um bom exemplo), programas de informação económica e política. Solução do “Quem são eles”?
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1 - Prof.ª Cília Seixo; 2 - Prof. Poças; 3 - Prof. Manuel Bento