Dois bons motivos para uma festa... tradicional


Ana Isabel Almeida e Ana Filipa Nunes
novas professoras do CEF
Prof. Jorge Gonçalves

 
  

Como vem sendo hábito, realizou-se no passado dia 7 de Outubro a festa de recepção aos novos professores. Este ano, o convívio teve lugar no conhecido espaço de lazer “Fun Park”, em Boleiros.
Aproveitando a distância de alguns quilómetros que separam o referido espaço do Planalto do Sol, fez-se o percurso sob a forma de “Rally Paper”. Pelo caminho, a equipa organizadora da prova, chefiada pela Prof. Cristina Carvalho, “obrigou” os professores inscritos a passar por vários locais de Fátima e arredores, respondendo às habituais questões sobre esses mesmos locais, com o objectivo de melhorar o seu conhecimento sobre o meio que rodeia o nosso local de trabalho, um objectivo principalmente dirigido aos que não são de Fátima. Desses lugares, destacamos a “Fonte Nova”, que muitos terão achado propício para fazer “uma bela sesta” depois de uma violenta sessão de correcção de testes ou então de uma não menos violenta sessão de reuniões de notas.
Seguiu-se uma prova de “Karting” na famosa pista do “Fun Park”, em que os concorrentes se vingaram dos frustrantes 10km/h com que normalmente são percorridos os últimos duzentos metros na chegada diária ao C.E.F., ali por volta das 8:40. Os mais frustrados levaram a coisa mesmo a sério e a sua vingança levou-os aos lugares cimeiros da classificação final, acumulando pontos preciosos para a conquista do troféu: “Recepção, 2004/2005”.
Depois, foi o tradicional repasto que antecedeu os discursos dos directores, cuidadosamente preparados (pelo Júlio). Há já quem os oiça com mais atenção do que os oficiais, dos primeiros dias de Setembro. Nesta altura dos acontecimentos tiveram um papel de destaque os “caloiros”, este ano, “caloiras”, em número de duas, que fizeram a apresentação da festa, uma versão bastante “soft” daquilo a que habitualmente estão sujeitos.
A paródia encerrou com o “Coro de Profs do C.E.F.”, entoando uma versão novíssima do Hino do C.E.F., acompanhado de um teledisco já colocado à venda, e com trajo e coreografia a condizer. Estes cromos (entenda-se professores), brindaram-nos ainda com um “medley” constituído por vários êxitos dos mais diversos géneros da música que se faz em Portugal, alguns deles com ligeiras alterações da letra, para ficarem mais de acordo com o espírito que envolvia o momento.
Finalmente, foi o baile. Para o animar, destacaram-se dois antigos alunos do C.E.F., hoje marido e mulher, com a ajuda do Prof. Jorge Gonçalves e ainda com a presença especial do DJ Júlio Rosa, que chamou à pista de dança os esforçados dançarinos, agrupados por departamento. Tímidos, impetuosos, vacilantes, seguros, vaidosos ou portadores de outras adjectivações que omitimos por razões de espaço, todos evoluíram na pista com boa disposição, tendo cada grupo disciplinar apresentado os seus trunfos coreográficos com orgulho. Não havendo júri, é impossível apresentar um grupo vencedor nesta prova final. Ficamo-nos assim por um diplomático e sempre simpático “empate técnico”.