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Depois do João conseguir a flor da Liberdade e encontrar o seu pai, os dois
tiveram um grande percurso de volta a casa.
O João e o seu pai foram montados na bicicleta. A meio do caminho a roda da
frente furou, o João e o seu pai tiveram de parar, e nesse momento começou a
chover.
O pai do João encontrou uma casa abandonada, onde se abrigaram.
De manhã, acordaram e continuaram o caminho levando a bicicleta pela berma da
estrada.
O João estava cansado e com fome e perguntou ao pai se ele tinha alguma coisa
para comer. A resposta do pai foi que ele tinha alguns trocados para compra
qualquer coisita.
O rapaz parou de andar.
– O que se passa?! – perguntou o pai do João.
Estava a pensar em tudo o que se passou.
O João continuou a andar junto de seu pai.
– Pai, e se voltarem a roubar a flor da Liberdade?
– Isso nunca vai acontecer.
O João avistou uma loja de bicicletas onde puderam trocar o pneu.
Já era noite. João e seu pai bateram à porta na casa de uns estranhos.
Essas pessoas que eles não sabiam quem eram tiveram a bondade de os deixarem
comer e dormir dentro de suas casas. De manhã, quando eles tomavam o
pequeno-almoço, os donos da casa perguntaram o que lhes tinha acontecido e eles
explicaram.
– Vou levá-los para casa! – exclamou o dono da casa.
Quando o João e o seu pai chegaram a casa, o João abraçou a sua mãe e pediu-lhe
desculpas por ter saído de casa à procura do pai sem avisar. A mãe, feliz por
ver o seu marido e o seu filho, chorou de emoção.
– E para comemorarmos o nosso reencontro em família, vamos fazer uma festa! –
disse o pai do João.
– Vão-me contar tudo o que aconteceu, porque eu fiquei muito preocupada! – disse
a mãe do João.
Foi mesmo uma grande festa, veio muita gente conhecer o menino que se aventurou
à procura da flor da liberdade e do seu pai.
No dia 6 de Maio, os alunos da Turma OPC II e das turmas de Via de Inserção
Profissional fizeram uma visita de estudo a Lisboa.
Saímos do CEF pelas 9:10 horas em direcção a Alverca, no entanto fizemos uma
breve paragem no caminho para comermos qualquer coisa. Chegámos por volta das
10:50 horas e imediatamente nos dirigimos ao Museu do Ar. Pudemos observar
aviões antigos, avionetas, os seus motores e componentes, e também os aviões que
entraram na I Guerra Mundial. Sentimos dificuldades em entender alguns aspectos
porque não tivemos um guia para nos ajudar durante a visita, porém foram-nos
dados folhetos informativos e uma ficha com perguntas sobre algumas
curiosidades.
Após esta visita, fomos almoçar ao Parque das Nações. Com o centro comercial
Vasco da Gama ali tão perto, a maior parte de nós não resistiu e foi comer à
zona de restauração, com destaque para o McDonald’s. Como combinado com os
professores, dispusemos de apenas uma hora para almoçar.
De seguida fomos assistir à representação de uma peça de teatro, “Falar Verdade
a Mentir” de Almeida Garrett, encenada pela companhia O Sonho. Foi muito bonita,
achei os actores muito engraçados e bastante à vontade nos seus papéis. Houve
uma parte muito engraçada, quando uma das actrizes, a “Joaquina”, chamou ao
palco um rapaz da minha turma, o Marcelo. No início, ele ficou um pouco nervoso
– até eu ficaria se me tivessem chamado a mim! – mas depois começou a ficar mais
à vontade e até nos fez dar umas boas gargalhadas.
Terminado este momento cultural, dirigimo-nos ao Carregado, mais concretamente
ao Campera, onde durante uma hora pudemos vaguear por entre as várias lojas.
Assim, por volta das 17:30 horas partimos de regresso à escola.
A visita de estudo correu muito bem, proporcionando-nos um dia diferente, com
experiências variadas.