Acantonamento
- 9º Ano
Nos
dias 4,5 e 6 de Novembro ocorreu na Nazaré um acantonamento para todas as turmas
do 9º Ano, cujo tema era “O mundo nas nossas mãos”
Partimos do CEF no dia 4 às 13:30 e chegámos à Colónia Balnear da Nazaré às
15:00 horas. À chegada fomos acolhidos com muita simpatia, conhecemos as “nossas
camaratas” e demos uma volta pela vila. À tardinha (19:30h) houve um jantar,
seguido da apresentação das turmas, da formação de equipas com elementos de
todas as turmas e de uma festa improvisada.
No sábado, de manhã, fizemos actividades desportivas com as equipas formadas no
dia anterior e, à tarde, andámos pela vila a fazer um “peddy-paper”. Mas o
melhor deste dia foi sairmos à noite para irmos a um bar chamado Nafta Bar.
No domingo ainda fizemos alguns jogos em grupo, almoçámos e, de seguida, ocorreu
a entrega de prémios.
Gostei muito deste acantonamento, não só pelo divertimento e pelo convívio
inter-turmas, mas também pela formação de novas amizades.
Recomendo o acantonamento a toda a gente. Vão, é muito “fixe”!
Inesquecível
Marília e Cristiane, 9º B
Logo no início do ano, quando nos foi anunciado este acontecimento, ficámos
imediatamente com ele nas nossas memórias, mas nunca pensámos que iria ser tão
espectacular como nos diziam.
Esta experiência foi muito diferente, pois todo aquele ambiente de convívio
fez-nos crescer como pessoas e perceber o quanto é importante a amizade. Também
tivemos a oportunidade de mudar de opinião acerca de alguns colegas e até
conhecê-los melhor, algo interessante que nos surpreendeu.
Apesar da água fria e das camas pouco confortáveis, adaptámo-nos bem.
Por fim, queremos realçar as noites divertidas e pouco dormidas, mas que foram
totalmente deslumbrantes.
Assim, concluímos que foi um fim-de-semana… inesquecível, e se não fossem vocês,
os “stôres”, nada disto tinha acontecido.
Um grande obrigado!
Euforia
e contençãoMarisa Figueira, 9º A
No dia 4 de Novembro de 2005 quase todo o 9º Ano partiu a caminho da Nazaré. Em
três autocarros, divididos por turmas, iam para o “super” fim-de-semana há tanto
tempo esperado por alguns.
Ao chegarmos estava tudo eufórico. Por isso, fomos todos a correr deixar as
malas no corredor indicado, seguindo para a sala de convívio para os professores
nos comunicarem as regras e o programa do fim-de-semana. Quando a reunião
acabou, fomos todos arrumar as malas nos quartos e fazer a distribuição das
camas e respectivos armários.
As raparigas foram logo a correr para a casa-de-banho, preocupadas com a
higiene; os rapazes, menos preocupados, foram logo vestir calções para irem para
a praia. Reunimo-nos em grupos e partimos: alguns ver as lojas, conhecer
pessoas, outros para a praia e uns dois ou três ainda fazer “pircings”.
Chegado o momento de regressar à Colónia Balnear, via-se toda a gente a sair em
grupo dos respectivos lugares. Ao chegarmos, fomos todos a correr para as
casas-de-banho, algumas com água fria, outras com água quente. Mas, mesmo assim,
ninguém se importou de tomar banho. Fomos jantar e, a seguir, foi a
divertidíssima apresentação das turmas. Formaram-se grupos e cada um tinha de
escolher o seu grito. Depois disso improvisou-se uma discoteca dentro do salão,
onde todos puderam dançar e conversar para, a seguir, se irem deitar.
No segundo dia, tomámos o pequeno-almoço e fomos para um pavilhão competir em
várias modalidades físicas e lúdicas – onde a equipa dos alunos ganhou à dos
“stôres” no jogo da corda. Passada assim a manhã, fomos todos almoçar e, a
seguir, foram-nos dadas as indicações para um “peddy-paper”. Os grupos
separaram-se pela cidade e quando acabaram o jogo encontraram-se todos na praia
para, de seguida, regressar à colónia. À noite, depois de jantar e tomar banho,
fomos para o bar Nafta, onde mais uma vez todos se puderam divertir a dançar, a
fazer novos amigos e outros apenas a ver.
Quando fomos para a colónia, todos de rastos, foi-nos comunicado que podíamos
estar na sala de convívio acordados, mas sem fazer muito barulho. Quase toda a
gente o fez, e no dia seguinte, Domingo, tínhamos de ir novamente para o
pavilhão jogar futebol. A equipa dos alunos empatou com os professores por 4-4.
De seguida, fomos todos para a colónia arrumar a “tralha” e viemos de autocarro
até Fátima.
O acantonamento foi uma experiência com resultados muito positivos, uma vez
que fomentou bastante as relações entre as turmas.
Gostei da forma como foram feitas as equipas e do tema escolhido para o
acantonamento, “O mundo nas nossas mãos”. Foi uma ideia original atribuir o nome
de uma pessoa que se tivesse destacado por uma ideia que defendia, e o sorteio
dos alunos para cada equipa foi excelente, uma vez que impossibilitou a formação
de qualquer grupo predefinido, levando desta forma à interacção entre os vários
alunos. Os jogos foram bem organizados, quer as actividades desportivas no
pavilhão quer o “jogo de vila” que até ajudou a conhecer um pouco melhor a
Nazaré. Nas actividades desportivas notou-se sempre “fair-play” entre as
equipas, o que proporcionou um bom ambiente. A parte da viagem de que mais
gostei foi a ida à discoteca no Sábado, que foi a meu ver a parte mais animada
da viagem. As noites e os serões foram também divertidos, pois quase ninguém
dormiu: logo, houve entretenimento toda a noite.
Em resumo, o acantonamento foi um evento louvável que me possibilitou conhecer
outros colegas de outras turmas que antes não conhecia e de quem desgostava até,
foi animado e divertido e reservou surpresas inesperadas que não podiam ser tão
boas sem o empenho que os professores tiveram ao torná-la uma experiência
agradável.
Um
fim-de-semana diferente
Jorge Gonçalves, 9º A
Este fim-de-semana foi um tanto ou quanto diferente de muitos daqueles
fins-de-semana monótonos passados num sofá em frente ao televisor. Este foi um
fim-de-semana extremamente divertido e com as emoções ao rubro!
Dia 4 de Novembro, passava da 1 da tarde quando partiram três autocarros cheios
de pessoal com vontade de rebentar com todas as suas energias durante 3
maravilhosos dias! A chegada foi uma emoção: todos esperavam este fim-de-semana
há muito.
Arrumaram os sacos e as malas ou malões, dependendo do sexo de cada jovem.
Divertidos, tiveram uma primeira “pausa” de 2 horas livres para fazerem o que
quisessem. Como está claro, toda aquela camada jovem se dirigiu para a praia, ou
não estivéssemos nós numa das terras com as melhores praias do país, pelo menos
no que toca a convívio.
Seis horas! Era hora de regressar ao nosso ponto de encontro, a Colónia Balnear
da Nazaré. Um edifício antigo, com uma arquitectura semelhante à de todas as
escolas, hospitais, casas e qualquer edifício do século passado. Dos quartos, os
alunos podiam desfrutar de uma vista maravilhosa para o mar e sobre toda a
cidade, visto que nos encontrávamos no topo da cidade.
A primeira noite foi, para os alunos, e sublinho «para os alunos», mais
emocionante que toda aquela tarde. Foram vistos filmes, foram lançadas almofadas
e foram feitas todas as diabruras próprias da idade...
Na manhã do dia 5 todos os alunos se arrependeram de toda aquela folia durante a
noite, pois tiveram que fazer todas as actividades programadas. Sem forças e a
dormir, o programa teve de ser cumprido à risca!
Depois desse momento menos “alegre”, fomos para a colónia almoçar, já mais
acordados e bem-dispostos. A seguir ao almoço, todos os alunos, divididos nos
seus grupos, foram fazer um “pedy-papper” pela Nazaré. Foi uma actividade bem
divertida e com algumas peripécias pela cidade.
Nessa noite, depois do jantar-convívio, tal como todas as outras refeições, os
jovens foram divertir-se para um bar no centro da cidade. Por motivos de força
maior, tivemos de sair do bar bem cedo, mas não foi este percalço que desanimou
a malta. Antes pelo contrário, nessa noite fomos para os quartos e fizemos nós a
festa até às tantas, mas nesta noite já na companhia dos “prof.’s” que ficaram
connosco nos quartos para a paródia, com muito café à mistura.
Na manhã do dia 6, fizemos um torneio de futebol maravilhoso. Depois desse
momento desportivo, fomos almoçar, arrumámos as tralhas e viemos para Fátima de
novo divertidos e com vontade de voltar.
Algumas...
– alegadamente as mais marcantes – de alunos que participaram no acantonamento!
Um colchão saltitante
O momento mais engraçado foi quando eu me sentei pela primeira vez na minha
cama e o colchão se levantou. Foi super engraçado ver o colchão erguido do outro
lado da cama e todos os meus colegas que estavam no quarto a rir imenso. Por
essa “qualidade” do colchão só me podia sentar ao meio e quando se falava nisso
todos morriam a rir. Claro que contei à professora e mesmo ela achou graça e
pôs-se a rir também. (Carla Cristina Costa, 9º D)
Pedra impertinente
Foi divertido quando, no sarau, os professores se apresentaram e todos acharam
graça – até os que não se apresentaram. No sábado à noite, os professores
disseram que íamos até à disco: todos se arranjaram para uma noite especial, até
a Goretti se modificou, ficou gira. De repente, porém, entra um homem com uma
pedra na mão, pedindo para falar com a professora responsável… A Prof. Anabela
Milheiro apareceu logo e o homem queixou-se afirmando que alguém tinha mandado
aquela pedra para dentro da casa dele. Tivemos de voltar para as camaratas e
todos pensavam que já não íamos à discoteca. Porém, para surpresa de todos,
soube-se que a pedra tinha sido atirada por algum jovem mais traquina da Nazaré…
Todos fomos dançar e divertimo-nos à farta – até conhecemos rapazes novos e
bonitos. (Carla Sofia, 9ºD)
Em bermudas
Na praia da Nazaré, eu e os meus amigos estávamos a apreciar as belas e
grandes ondas, respirando a brisa do mar. De repente, ao longe, avistámos uma
pessoa a nadar, lutando com as ondas, mas não se reconhecia muito bem quem era,
nem sabíamos se era algum dos nossos colegas. Achámos estranho, porque a água
estava fria, mas quando nos aproximávamos mais dele descobrimos que era… o
Tiago, mais conhecido por Javé, todo molhado, só em bermudas, em tronco nu, mas
cheio de alegria. Enquanto estávamos a falar com ele, e ele a contar cheio de
orgulho a sua aventura, uma onda que entrou mais pela areia fora apanhou-nos de
surpresa, molhando-me toda! Não sei porquê, mas toda a gente se pôs a rir deste
“desastre” que me tornou num pintainho da Nazaré à beira de apanhar uma
constipação. (Fabiana Oliveira, 9ºD)
Gaivotas
Naquela tarde o sol estava quente e brilhava bastante. As ondas do mar
rolavam com calma, enquanto brincávamos na areia com alguns colegas que me
acompanhavam naquele momento de tanta beleza. Era belo ver as gaivotas a poisar
na areia da praia deserta, e corríamos “lentamente” tentando agarrar alguma.
Elas afastavam-se mais depressa do que nós nos aproximávamos. Pusemo-nos a
escrever na areia mas o mar apagava o que escrevíamos e levava o nosso
pensamento para dentro do mar. Encantava-me com o mar azul que brilhava ao
reflectir a luz do sol. E eu pensava no que o mar me fazia lembrar… Que
recordações me trazia? (Maria Goreti Silva, 9º D)
Sou quem sou
Diante dos colegas, o Raul saiu-se com esta, virado para mim: “És feio!”
Achei piada. Como as pessoas dizem as coisas! Acho que a beleza não é o que faz
a pessoa, mas sim uma qualidade. Todos têm qualidades, e temos de saber
avaliá-las. Eu acho que muitas vezes não sei valorizar as minhas qualidades –
mas também sei que tenho muitos defeitos. E esses, sim, é que estragam uma
pessoa. Mas nem as críticas me rebaixam nem os elogios me levantam. Quero só e
apenas ser o João Costa que sempre fui. E fica aqui esta frase, para toda a
gente, pois muito importante. Os elogios não me animam, as críticas não me
rebaixam, eu sou aquilo que sou e não o que os outros pensam que sou. (João
Costa, 9ºF)
Barba de espuma
Isto começa quando o Lionel acorda, não totalmente, mas já está com os olhos
meio-abertos. Alguém, por brincadeira, tinha metido espuma de barba no cabelo do
Lionel. Não era muito, mas quando ele acordou, é óbvio que ficou chateado – e
então começaram as calinadas que ele, ensonado, disse e fez.
“Para quê que me meteram no cabelo barba de espuma?” Todos repararam que a
expressão não fazia sentido. Depois disse mais frases desconexas, usou a palavra
ou pediu uma “lâmina” e vendo que todos estavam a rir-se às gargalhadas, repetiu
as mesmas frases da mesma maneira, com a mesma falta de lógica, mas já a rir-se
também ele. Não se sabia se continuava a dormir ou se já tinha acordado de
verdade. De seguida, sentado na cama, deu um murro na parede, provocando de novo
uma gargalhada geral. Depois voltou a deitar-se e a adormecer – se é que não
estava já a dormir, sem ter de facto acordado… (Rui Miguel Louro, 9º D)
Uma mão invisível
Houve muitos momentos inesquecíveis, mas entre todos eles, há o momento que
todas as noites observo quando me deito na minha nuvem e fecho os olhos. Nesse
instante viajo até à praia, olho em meu redor e vejo o sol a despedir-se no
horizonte, o mar a tentar alcançar as pessoas no areal, e vejo também alguém que
me é muito querido deitado à beira-mar… Sinto a brisa do final da tarde a
acariciar-me a cara, uma voz do além que me diz para ir lá e uma mão invisível
que me empurra até ele. Primeiro, hesito, depois decido seguir e aproximar-me
dele. Vou passeando pelo areal, ao ritmo da brisa, até o alcançar. Consegue-se
ouvir cada vez mais próximo o rugido das ondas. Quando o alcanço, suspiro e
sento-me a seu lado, olho o horizonte longínquo e respiro fundo, de modo a
inalar a maresia de final de tarde. Ele chama por mim, olhamo-nos fixamente e,
de repente, duas mãos invisíveis juntam-nos. Há um suave mas prolongado toque de
lábios, o ruído das crianças desaparece, fica apenas o brilho do pôr-do-sol e o
brilho dos nossos olhos, o rugido das ondas altas, e o toque dos nossos lábios.
É este o momento que recordo todas as noites, com carinho e saudade. (Cátia
Oliveira, 9º F)
Fantasia
ou realidade
O acantonamento teve muitos momentos especiais, mas o que me marcou mais foi
o beijo que a C. me deu. Tudo durou menos de cinco segundos: trocámos olhares
especiais, foi genial. O beijo é um gesto normal, até se usa para saudar as
pessoas, mas aquele foi inesquecível, envolvendo muitos sentimentos, muita
alegria. Foi tão forte que podem escrever que nunca o esquecerei. Adorei esse
momento.
Observação importante: naturalmente, tudo aconteceu… no mundo da fantasia!
(Pedro Paraíso, 9º F)
A cem à hora
Era meia-noite e o quarto das raparigas do 9º F estava mergulhado em
profundo silêncio. Algumas já dormiam, outras estavam a cair no sono, e havia
apenas duas que olhavam para o tecto, à espera de alguma reacção e sem mostras
do “João Pestana” por perto.
– Eliana! Eliana, estás acordada?, sussurrou a Sofia, que dormia no chão num
saco-cama muito remexido.
– Estou. Não tenho sono, foi a minha resposta, sincera.
– Anda para junto de mim. Eu também não consigo adormecer.
Saí dos meus lençóis o mais silenciosamente que pude e meti-me no meu saco-cama
ao lado da Sofia. Pusemo-nos a ouvir música e quando começou uma música mais
mexida, foi espontâneo e instantâneo: começámos as duas a fingir que estávamos a
andar de carro.
– Brrummm, para a direita, olha esse carro! E virámos as duas para a direita
– Agora para a esquerda, cuidado! Trava, olha o cão! Pernas para cima, e já
tínhamos travado o nosso carro imaginário. – Acelera! Vamos chegar atrasadas.
Mas o carro não aguentava… Solavancos para a direita…, o motor vai-se abaixo.
Começámos a rir-nos como doidas e acordámos todas as colegas. Algumas ficaram
mal-dispostas.
Desde essa noite, sempre que vamos para algum lado, é no nosso carro do Nike.
(Eliana Silvam 9º F)
A medalha
Final do acantonamento. Entrega dos prémios. Todos silenciosos, aguardávamos
os resultados, os prémios.
Depois da suspense habitual, é proclamada a equipa vencedora – os “Beatles”.
Euforia. Juntámo-nos todos e ensaiámos o nosso grito de vitória como equipa
vencedora. Uma medalha! Que espectáculo! É que não estávamos nada à espera dela.
É curioso como tão de repente se ganha uma medalha e com a mesma rapidez passa a
alegria. Depois de tirarmos a foto, já parecia que nos tínhamos esquecido
daquela alegria que sentimos. (Marco Aurélio Freitas, 9º F)
Fair-play
Para mim, o melhor momento do acantonamento foi quando os alunos tiraram os
papéis para a formação dos grupos. Devido à formação dos grupos, conhecemos
alunos de outras turmas, que até esse dia não lhes falávamos, ou achávamos que
eles eram convencidos, ou outras coisas. Eu gostei muito do meu grupo, porque
foi fácil integrar-me e fazer amizade com os vários elementos. Para nossa
felicidade – e não por eu ter sido nomeado chefe do grupo, ficando assim com
mais confiança – ganhámos o torneio de futsal e também a medalha de grupo com
mais fair-play. (Nuno Oliveira, 9º E)
À
beira-mar
Quando chegamos à praia, eu e mais alguns colegas da minha turma fomos para
a areia. Alguns rapazes foram jogar râguebi e futebol de praia e nós, raparigas,
fomos passear à beira-mar. O pôr-do-sol era espectacular e nós andávamos todos
na brincadeira a mandar areia uns para os outros. Alguns foram para a água do
mar e ficaram encharcados, mas não se preocuparam. Estivemos na praia cerca de
duas horas e foram as mais divertidas do fim-de-semana. (Ana Maria Ganhão, 9º E)
Percorri todos os grupos
Toda a gente no bar, sábado à noite, a dançar no seu melhor, a exibir-se no
seu grupo e em apenas breves minutos eu percorri todos esses grupos de A a F.
Dancei um bocadinho com cada um e fui observando as suas características.
Cada grupo tinha um líder, uma pessoa que achavam que dançava bem. Havia grupos
que dançavam cada música ao estilo hip-hop, outros à moda dos Hippies e havia
também quem exagerava na dança do ventre e uns que não se mexiam. Mas a acção
não se concentrava só dentro do bar: fora, as pessoas ouviam música de outra
maneira – falavam, divertiam-se de forma diferente e era muito “fixe”.
Eu preferi dançar um bocadinho com cada grupo para os conhecer melhor e quando
queria tomar uma bebida, juntava-me aos colegas que estavam fora do bar. Foi uma
noite cinco estrelas! (Joana Rita Antunes, 9º E)